quarta-feira, 23 de junho de 2010

Voluntário ajuda, através da capoeira, crianças com síndrome de down

Tiago Pessoa é funcionário do Banco Central do Brasil, mas mesmo assim encontra tempo para se dedicar em um projeto voluntário que ajuda diversas crianças com síndrome de down através da capoeira.
Quando o expediente termina, ele sai do banco e vai até uma casa no bairro de Casa Amarela, onde o projeto é executado, com muita ginga, é claro. Lá ele busca mostrar que eles as crianças com a síndrome são capazes de fazer qualquer coisa, só precisam de respeito e atenção.
“ A evolução é tremenda, do ponto de vista do tônus muscular, do equilíbrio, da alegria e da flexibilidade. Elas só precisam, unicamente, de incentivo”, diz o voluntário.
Bia tem dez anos e é uma das capoeiristas mirins. Sua mão, Judite Moraes, comenta o que a capoeira trouxe de positivo: “ela melhorou muito o jeito de andar e a auto-estima também. Hoje tenho uma vitória com minha filha”, conta.
O médico e fundador da ONG Novo Rumo, Oyama Arruda, diz que, com o exercício, a criança melhora a postura, o equilíbrio e melhora o desenvolvimento psico-motor. “São verdadeiros anjos que vem para dar aulas de amor. E é com amor que cuidamos dessas crianças”.
Ser voluntário, demonstra Tiago, é apenas ter boa vontade em ajudar. A recompensa fica por conta do resultado do trabalho: “a alegria quando eu chego aqui, o abraço que eu recebo todo dia, o sorriso aberto. É muito gratificante e emocinante”.

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